da Associated Press, em San Antonio
Um hospital veterinário de US$ 15 milhões para militares de quatro patas foi inaugurado nesta semana na base da Força Aérea de Lackland, nos Estados Unidos. O local disponibiliza tratamentos médicos de ponta para cães feridos em combate.
Cães alocados nas Forças Armadas e na Administração de Segurança em Transporte são treinados na base para encontrar explosivos, drogas e minas. Cerca de 2.500 cachorros trabalham nas unidades militares atualmente e 750 estão em treinamento em Lackland.
Como soldados e fuzileiros navais em combate, cães militares são vítimas de ferimentos de guerra e sofrem com a rotina de testes físicos que garantem sua permanência segura na ativa.
Cães feridos no Iraque ou no Afeganistão recebem atendimento de emergência no campo de batalha e são enviados à Alemanha para cuidados posteriores. Se necessário, agora serão mandados para a base de Lackland, em San Antonio, para tratamentos mais avançados.
"Somos como o hospital Walter Reed do mundo veterinário", afirma o coronel do Exército Bob Vogelsang, diretor do hospital para os cães, referindo-se ao centro médico militar em Washington que cuida de militares em estado grave que voltaram do Iraque do Afeganistão.
Se a recuperação for completa, o cão pode voltar às áreas de combate.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Cães feridos em combate ganham hospital de US$ 15 mi nos EUA
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sábado, 27 de setembro de 2008
Primeira Feira de Adoção de Angatuba
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Sujeira de cachorro será evidência para multar donos na Itália
da Reuters, em Roma
Cocô de cachorro costuma ser apenas uma chateação para os pedestres, mas agora será usado como evidência contra donos de cães e podem levar a multas na Itália.
Uma cidade no norte da Itália planeja criar um banco de dados de DNA de todos os cachorros registrados no município para comparar o material com as fezes encontradas nas ruas e parques. O objetivo é identificar o culpado e multar o dono que não recolher a sujeira do animal, informa o jornal "La Stampa".
"Se placas e pedidos não são suficientes, vamos tentar a genética. Quero uma cidade limpa", afirmou Antonio Prencipe, conselheiro envolvido no projeto de Vercelli, cidade de 45 mil habitantes perto de Turim.
Os testes de DNA custariam cerca de 13 euros (R$ 34), que seriam cobertos pela verba arrecadada com as multas. O custo do banco de dados não foi divulgado.
A cidade israelense de Petah Tikva anunciou um programa similar neste mês.
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